domingo, 14 de novembro de 2010

Até quando é preciso repetir
erros, medos, desejos
vou levando assim
ansiando ser livre
quiçá ver o último tropeço

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

Nada de retrocessos.

Há alguns meses, na data 14 de março, esteve no ar mais uma edição do programa “Custe o que custar”(CQC) da rede Bandeirantes.O programa vem ganhando cada vez mais audiência e aborda temas muitas vezes polêmicos e problemáticos da nossa sociedade brasileira.Nessa edição foi exibida uma reportagem realizada na Câmara, na qual ficou comprovado que a maioria dos parlamentares assinam projetos sem ter conhecimento do conteúdo do mesmo.
Assim como eu, outras milhares de pessoas tiveram a oportunidade de testemunhar o descaso absurdo com que são tratados assuntos que podem influenciar na vida de muitos cidadãos.Ao apresentar uma proposta fictícia de acrescentar um litro de cachaça na cesta básica, não foram poucas as figuras importantes no cenário da política que assinaram o projeto.E agora, depois de desmascarados, reclamam ataques e querem colocar em risco a nossa tão fragilizada democracia.
Percebo que os meios de comunicação estão tendo cada vez mais relevante papel na história política.Se não fossem por eles, vários crimes poderiam estar impunes e projetos sérios que expressam a vontade popular, como a Lei Ficha Limpa, nem chegassem ao Congresso
Felizmente ainda há programas na televisão brasileira como o “CQC” que se preocupam em desalienar a população brasileira quanto à realidade.E é a partir de flagrantes como esse que a população começa a se mobilizar.Desrespeito não é o que esses jornalistas fazem com a imagem dos parlamentares e sim o que eles fazem com o nosso dinheiro, com o nosso futuro, com a nossa República democrática.Agradeço que ainda tenhamos no país liberdade de expressão e acredito que é inadmissível aceitarmos que se implante novamente uma ditadura, mesmo que informacional.
Diante desse quadro, é necessário que todos os brasileiros, mesmo que dificilmente, tenham esperança no futuro da nossa democracia.Em épocas de eleições tudo parece muito sujo, falso.E é quando mais se precisa acreditar na mudança que podemos fazer.Infringir a nossa liberdade é crime e lutemos para que continue sendo ilegal.Não podemos aceitar retrocessos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Na fila de espera do hospital a enfermeira recolhe os sintomas dos pacientes.Chegada a minha vez digo que é desnecessário o serviço, a minha patologia já tem diagnóstico definido.Enquanto aguardo ser chamado, observo rostos,todos abatidos, anêmicos mas nenhum tão vazio quanto o meu.Paredes claras, ambiente silencioso, cada pessoa conta uma história de vida através do próprio semblante.Tantos detalhes.. mas aqui como em todos os lugares, nada consegue distrair os meus sentidos.Conservo a recordação, aquela que causa tanto desconforto.Disseram-me que aqui injetariam um remédio capaz de me curar.Não acreditei.Mas agulhas me fazem sentir algo diferente desse vazio, trazem a sensação de que algo ainda penetra nesse forte escudo que me envolta.Foi em vão, em poucos instantes volta o nada.Mas houve uma sentelha de sensação.
Sentir.Dizem ser o motor, pois que seja, o meu enguiçou.Volto como cheguei, pra onde não sei, porquê menos ainda.Apenas vou.Quem sabe outra receita no caminho.


ps: Achei esse texto por um acaso, foi escrito a algum tempo, num desses tropeços que a vida dá.Melancólico, mas postei.. às vezes é bom jogar pra fora o que vem da inspiração.Sem desculpas para o abandono, tempo se quisesse arrumaria,mas ainda escrevo meus rabiscos nos papéis velhos, um dia mantenho esse projeto de blog atualizado com coisas mais ou menos decentes.Continuo acompanhando muitos blogs e compartilhando algumas ideias e peço desculpa se não comento por agora, ando mais refletindo sobre, do que expondo opiniões.

terça-feira, 1 de junho de 2010

"Sabe quanto custa um amor?
Um eterno tempo reconhecedor."

sábado, 27 de março de 2010

Falta..!

Os dias andam tão estranhos e complicados.Parece que tudo o que eu sou e o que faz parte desse presente não faz mais sentido, não se encaixa.Coisas que eu tinha certeza, hoje são grandes dúvidas.Aquilo que era tão substancioso está tão oco e está me deixando vazia também...
Eu que aparento ser tão forte e me engano muitas vezes pensando que sim, me deparo hoje assim, tão vulnerável.E dessa vez é diferente, não é só alguns dias de carência e fragilidade emocional.Isso tem um porquê.
Eu preciso sim de atenção, quem não precisa?O mínimo que se pode querer quando se conversa com alguém é que ela escute o que você diz ; não escutar mecânico, mas escutar com atenção, com o coração.Me magoa muito oferecer coisas que eu considero importantes ser tratadas com tanto descaso, ainda mais quando o descaso vem de pessoas especiais.É doloroso quando você se esforça para mudar e consegue sim mudar aos poucos e as outras pessoas simplesmente só conseguem apontar o que você fazia erroneamente.Tudo isso anda me desestimulando, ando mesmo brochada com essa situação.

ps: Hoje Renato Russo faria 50 anos.Não existe e não existirá alguém na música brasileira tão sensível e genial como ele, meus parabéns querido!Aqui vai uma música que eu gosto bastante, apesar que sou suspeita porque sou fã da maioria.

Teatro dos vampiros - Legião Urbana

Sempre precisei
De um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto
Nesses dias tão estranhos
Fica a poeira se escondendo pelos cantos

Esse é o nosso mundo
O que é demais nunca é o bastante
A primeira vez
Sempre a última chance
Ninguém vê onde chegamos
Os assassinos estão livres
Nós não estamos

Vamos sair
Mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão
Procurando emprego
Voltamos a viver
Como há dez anos atrás
E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas
Vamos lá tudo bem
Eu só quero me divertir
Esquecer desta noite
Ter um lugar legal pra ir
Já entregamos o alvo e a artilharia
Comparamos nossas vidas
Esperamos que um dia nossas vidas possam se encontrar

Quando me vi tendo de viver
Comigo apenas e com o mundo
Você me veio como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo
Eu, homem feito
Tive medo e não consegui dormir
Vamos sair
Mas estamos sem dinheiro
Os meus amigos todos estão
Procurando emprego
Voltamos a viver
Como há dez anos atrás
E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas
Vamos lá tudo bem
Eu só quero me divertir
Esquecer desta noite
Ter um lugar legal pra ir
Já entregamos o alvo e a artilharia
Comparamos nossas vidas
E mesmo assim
Não tenho pena de ninguém

domingo, 14 de março de 2010

Um filme: Na natureza selvagem.



O dinheiro é mesmo necessário ou nos tornamos escravos dele?Em busca de uma resposta para essa questão é que Christopher McCandless  parte para uma experiência única.Cansado de viver ao redor de mentiras e máscaras e convecido de que o materialismo é uma grande mazela da sociedade, abandona a casa dos pais e pega a estrada rumo ao único lugar que poderia estar distante do dinheiro dos homens: a natureza.
Em 1990, com 22 anos, Christopher termina a faculdade – vontade maior de seu pai-  e doa todas as suas economias  a uma instituição de caridade (cerca de US$24 mil), muda de identidade e passa a se chamar Alexander Supertramp.Sem informar a sua família e com uma mochila nas costas começa sua viagem,primeiramente em seu carro velho e com pouca grana,porém, para se sentir livre, queima o restante do dinheiro e abandona o carro.A partir daí o seu trajeto é seguido a pé,de canoa ou mesmo de carona.
 Chega a passar por Arizona,Califórnia,México mas o seu destino final era Alasca, onde ele acreditava sentir a sintonia máxima entre natureza e homem,totalmente  livre das algemas do materialismo.No percurso conhece pessoas de várias culturas, que o ajudam de alguma forma.Conheceu comunidades hippies e aprendeu muito com elas.Depois de cada encontro as pessoas não são as mesmas, há grande transferência de conhecimento e experiências.
Algumas pessoas ajudavam como podiam, oferecendo casa,comida ou emprego temporário. Supertramp começa a aprender mais sobre as plantas e o que elas podem oferecer, aprende também a caçar.Depois de dois anos de jornada seu corpo é encontrado dentro de um ônibus abandonado,morto por inanição e envenenamento de uma semente nativa, à 30 km da entrada do parque nacional Denali no Alaska.
A história de Supertramp virou filme e livro, traduzidos ‘’Na natureza selvagem’’.A resposta que ele procurou  dar a sociedade pode ser interpretada de muitas maneiras, mas com certeza o seu ato de coragem nos faz refletir sobre até quando o dinheiro realmente importa.Nos faz pensar até onde essa busca pode nos levar e se ela realmente supre todas as necessidades ou se é só supérfluo.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Pedaços

A vida muda rápida e bruscamente e se acostumar não é tão simples assim.
Amanhã mesmo estou indo pra Uberlândia, terra natal.Eu, que passei as férias e onze ou doze anos da minha existência em Patos de Minas ,o último semestre em Brasília.Tudo muito rápido, um quebra-cabeças de sensações, um jogo que confunde sentimentos.Não há nem mesmo tempo para se acostumar à elas, apenas aceitar.
Há quanto tempo não me sinto inteira?!Nunca mais fui completa, só fragmentos.É duro ter partes do seu coração espalhados em cantos distantes.Dizem por aí que as distâncias diminuiram com o avanço da tecnologia nos meios de comunicação, mas pra mim isso é balela.Uma conversa no telefone ou no computador não permite que eu use dos meus sentidos humanos.A audição não é a mesma por um aparelho, elas não passam expressões e pecam nas vibrações.Eu não posso sentir o cheiro familiar,não posso sentir o gosto peculiar, não posso ver o brilho nos olhos e muito menos sentir o toque na pele ou o abraço apertado e confortante.Isso nenhuma invenção supre, anão ser  que aprendamos a nos teleportar.Isso sim seria mágico e especial.
Nessa selva a gente é obrigado a abrir mão de tanta coisa pra conseguir algo que no final nem tem tanta importância quanto nós pensamos ter.Mas o ritimo é constante, não é permitido parar.Somos obrigados a estar sempre escolhendo, e escolhas inevitavelmente envolvem perdas.Coisas que pareciam ser tão simples de serem alcançadas se tornam cada vez mais complicadas.E eu vou aprendendo a ser fragmentos, querendo ser completa.

Ouro de tolo - Raul Seixas

Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros por mês



Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso na vida como artista
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar um Corcel 73



Eu devia estar alegre e satisfeito
Por morar em Ipanema
Depois de ter passado fome por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa



Ah! Eu devia estar sorrindo e orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa



Eu devia estar contente
Por ter conseguido tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado



Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto: E daí?
Eu tenho uma porção de coisas grandes
Pra conquistar, e eu não posso ficar aí parado



Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o domingo
Pra ir com a família ao Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos



Ah! Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco praia, carro, jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco



É você olhar no espelho
Se sentir um grandessíssimo idiota
Saber que é humano, ridículo, limitado
Que só usa dez por cento de sua
Cabeça animal
E você ainda acredita que é um doutor, padre ou policial
Que está contribuindo com sua parte
Para nosso belo quadro social



Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando a morte chegar

Porque longe das cercas embandeiradas que separam quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora de um disco voador

Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando a morte chegar



Porque longe das cercas embandeiradas que separam quintais
No cume calmo do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora de um disco voador


ps: Raul Seixas me lembra infância e essa música especialmente diz muito sobre o post, numa dessas conversas que se tem com a mãe a música se mostra ainda mais reveladora.Sem mais, é bom que cada um tenha a sua interpretação e além do mais, "pra bom entendedor meia palavra basta".

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Escolhas.

Aproveitar oportunidades requer mais do que vontade.Eu posso ter idade para fazer o que quiser, mas não tenho tranquilidade para ver e sentir o que essa liberdade me custaria.
Cresci aprendendo valores, que se enraizaram no meu espírito.Ainda sou pequena para compreender as razões de algumas pessoas, mas sou obrigada a aceitá-las.Eu não posso controlar minhas emoções, mas posso aprender a ser tolerante com elas.
O caminho vem cheio de obstáculos,alguns que eu não posso simplesmente ultrapassar, esses me ensinam a serenidade e ajudam a abrir as portas para a inteligência.
As perdas devem ser vistas sempre como uma oportunidade para um grande aprendizado.Mesmo quando tudo aflige é preciso crer em si mesmo e achar um novo caminho para realizar.Não se pode parar.


"Uma oportunidade falhada pode reencontrar-se, ao passo que jamais recuperamos uma tentativa preciptada."
Pierre Chordelos de Laclos

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Selo.


Acho que é o primeiro selo desse blogger! hehe
Obrigada Lays , seu blog mereceu mesmo o selo, sempre bem cuidado , o que faz com que se torne sempre agradável a visita por lá. :)
Então a próxima parte né?

Sete coisas sobre mim:

- Sempre tomo café com leite ninho de manhã.
- Não tenho orkut.
- Não sei contolar emoções.
- Estou a um ano fazendo cursinho pré-vestibular.
- Sou bastante ciumenta.
- Adoro cachorros (especialmente os grandões).
- Ainda não sei com certeza o que quero pra minha vida, por mim faria mil graduações.

Sete blogs que passo o selo:

1- Milésima tentativa.
2- Lado Avesso
3- Fábrica de almas
4- Lee cor.
5-
6-
7-

ps: São os bloggers que eu sigo, leio muitos outros e acho alguns bastante interessantes mais como não comento neles e como minha "timidez" não me permitiu seguí-los, deixo em branco :/
Ainda sou meio boba nesses assuntos de blog, mas vou aprendendo!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Velha infância

Momento mega nostálgico...




Infância de verdade é coisa de outras décadas.Como os pimpolhos de hoje são sem sorte.Não tínhamos, internet, Orkut, MSN, jogos e toda essa tecnologia, mas também não havia tantos problemas de visão e obesidade no mundo infantil. Quem é do final da década de 80 e 90 sabe do que eu estou falando.

Quem aí já não brincou de, pique-pega, bandeirinha, pique - esconde, queimada, o mestre mandou, patins, bicicleta , cobra-cega, mímica, polícia e ladrão, jogos de tabuleiro, revistinha de coleção, tazo, bafo com figurinhas, e milhares de outras brincadeiras... ?

Quem dessa época deixou de assistir TV colosso, castelo Ratimbum, família dinossauro,tico e teco, tom e Jerry, ursinhos carinhosos, Doug Funnie( e o custelinha) , o fantástico mundo de Bob, Caverna do dragão, e tantos outros ?

Nessa época, decorávamos a tabuada, a lista de verbos e fazíamos as pesquisas escolares em livros e em enciclopédias, não no Google. Gibis eram uma diversão e tênis de luzinha o máximo.Pedir bênção aos mais velhos era costume e ouvir suas histórias não era um saco.

Boneca era só boneca e não uma competição de moda , na época da minha mãe boneca era um sabugo de milho enfeitado e o efeito era o mesmo.Fotos eram reveladas e guardadas para mostrar às próximas gerações.

Infelizmente elas não sabem o que perdem.A maioria das crianças hoje preferem ficar o dia inteiro dentro de casa na frente do computador, jogando n tipos de videogames, vivendo ociosamente e perdendo a melhor época da vida, que nunca mais vai voltar, por mais que se queira.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Fim de uma batalha, começo de outra.

Não se acostuma a certas sensações.Reprovar no vestibular mais uma vez, é ainda mais amargo e decepcionante.Acredito que são duas experiências singulares; tanto reprovar, como passar, porém, as duas carregam algo em cmum entre si: a intensidade das emoções que provocam.Essas são inexplicáveis, mas espero sentir em breve essa explosão de felicidade ao ver meu nome "naquela" lista. E vou conseguir!
Tudo isso, pode acreditar, não é um lamento.Não desisto de uma batalha tão fácil assim.Tenho potencial e acima de tudo, tenho FÉ. Não essa fé pobre e cega que não passa de meras palavras frias e indiferentes.A minha fé arde, move minhas ações.Lamentar é perder tempo e esse é um elemento precioso para a realização das minhas metas.
Não sou hipócrita para dizer que o que almeijo é fácil, e muito menos para dizer que é algo inalcançável.Errei em alguns pontos, mas cresci em muitos outros.Potencial todos temos, agora, é só questão de trabalhar.E então, querer será poder.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Os tipos.

"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível."
São Francisco de Assis




Atualmente, encontramos três tipos de pessoas no mundo: os bons, os maus e os que são omissos.A maioria diz que os maus são a maioria, mas eu discordo.São realmente poucos os corajosos que fazem com que sua vida seja como uma luz à outras pessoas, que auxiliam sem preconceitos e que estão firmes nesse propósito de ajudar o próximo diante de qualquer dificuldade.Mas a verdade é que a maioria dos seres humanos hoje são os omissos.
Ah,os omissos!São bons de coração, porém ainda não ultrapassaram a grande barreira da imobilização.Há muito tempo, procuro me abster de falar sobre grandes assuntos que ainda mantenho distância entre a palavra e ação, porque acho que quem muito fala e pouco exemplifica nas ações não é digno de sequer falar.Não se deve exigir dos outros qualidades que não possuímos.Mas me arrisco a falar abertamente que não sou e estou longe de ser uma pessoa atuante e perfeita, mas mesmo com esse porém, acredito que a reflexão pode ser o primeiro passo para a mudança.
Estamos acostumados a fazer muitas críticas, mas ainda titubeamos quando recebemos uma.Não a mastigamos e muito menos conseguimos digerir,ficamos ruminando isso.Ter maturidade para buscar entender os motivos das críticas é ter sabedoria para aceitar e crescer com elas.Enquanto um elogio é dado, vinte farpas são soltas.Damos importância ao que não importa e escolhemos potencializar sempre o pior.
Julgamos os fatores e esquecemos que independente deles o resultado propiciou melhoras.Nos preocupamos demais com o desnecessário enquanto perdemos um tempo precioso que poderia ser gasto utilmente.
Os conflitos existem porque optamos em aceitá-los, nossas irritações não resolvem nada, apenas o exercício da paciência é capaz de reconstruir bens já perdidos.Pense um pouco, a omissão pode ser muito bem culpada por não mostrar o bem aos que nunca tiveram oportunidade de conhecê-lo.
Não pense no plural, pense como primeira pessoa do singular capaz de realizar mudanças, de erguer bandeiras e de defendê-las.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ciclos

Encerrando ciclos, começando outros.
O que passou já foi e do que já foi tem que ficar apenas o que for útil no presente e no futuro, o resto que fique guardado no passado.Só assim enxergamos novas experiências, crescemos e temos um rítmo.
Sonhar,planejar e realizar.Nada nos impede de tentar outra vez anão ser nós mesmos.Avaliar velhas atitudes, receber de mente aberta novos pensamentos,novas oportunidades.
Aceitar as mudanças e lembrar que sempre tem o lado positivo, nada é por acaso.
Nem sempre as coisas vão pelo caminho que queríamos que fosse, na verdade, poucas vezes isso acontece.E então é hora de mais uma vez parar pra pensar se está sendo feito o suficiente, e quase nunca está. Pode parecer teimosia, mais não acredito que outra pessoa ou circunstância possa mudar o que verdadeiramente se quer.Se ainda não aconteceu, está faltando competência e esclarecimento da própria vontade.Quem decide o rumo de uma história é o próprio autor, ninguém mais.
Se algo parece impossível é porque talvez não se queira tanto isso quanto se pensa, tudo é possível de ser alcançado quando se tem determinação e foco.Ninguém é escravo de ninguém e desculpas não se justificam mais, assumir um compromisso, traçar um trajeto e ser forte nas adversidades.Isso basta.